Pular para o conteúdo principal

Câmara Racha No Meio: Governo Depende Da Presidente Vera

Professora Vera é quem decide as votações na Câmara


O rompimento dos vereadores Neto Pontes e Marcelo Aguiar com o governo Magno Bacelar está oficializado. Os partidos que compõe a base formalizaram bloco para ter maioria e prevalência nos espaços internos da Câmara.

O bloco governista União Parlamentar, em tese, tem 8 membros com os vereadores de PV, PTB, PDT, PP, PRP e DC. O Solidariedade de Neto Pontes e o Podemos de Marcelo Aguiar ficaram com PRB, PR PHS somando 7 membros no bloco Unidos Pelo Povo.

Regimentalmente o União Parlamentar teria um voto a menos já que a presidente Professora Vera que só vota em caso de empates, mas com sete votos de cada lado no plenário a ela tem cabido o “voto de minerva” em todas as polêmicas.

Eleita vereadora na coligação de Belezinha e presidente com todos os votos da oposição, ela decidiu equilibrar a distribuição das comissões permanentes. Elegeu as chapas governistas para as comissões de Constituição e Justiça, de Finanças e de Obras. Para a oposição ela decidiu favoravelmente as votações para as comissões de Educação, de Saúde e Comunicação.

Também foi dela o voto decisivo para eleger o líder do governo Nonato Baleco como representante da Câmara no Conselho do Instituto de Previdência de Chapadinha (IPC) em disputa contra o vereador Alberto Carlos.

O líder da oposição não gostou de ter sido preterido pela presidente e reclamou em discurso na tribuna que foi respondido por Baleco. “O vereador Alberto Carlos se acha melhor do que os outros, se comporta como um pavão de tão vaidoso”, declarou.

Vice-presidente da casa, o vereador Tote também reclamou na tribuna da distribuição das comissões e alertou a presidente. “Quem não sabe dialogar pode perder a maioria com a qual foi eleita”, avisou.

Sem Neto Pontes e Marcelo Aguiar na base, o governo depende de cada um dos vereadores do seu bloco para não perder a maioria, principalmente da habilidade de articulação do líder Nonato Baleco e da firmeza da presidente Professora Vera, que terão que deixar desavenças passadas de lado, como demonstraram que estão dispostos.

Pronunciamentos
Apesar do rompimento, o vereador Neto Pontes disse que não é sua intenção atrapalhar o governo no que for benéfico para o povo e pediu ao prefeito que conclua as reformas da rodoviária do Hospital Antônio Pontes de Aguiar e que reabra a Unidade de Pronto Atendimento (UPA)

O vereador Marcelo Aguiar reconheceu que o ex-deputado Levi Pontes fará falta para Chapadinha na Assembleia Legislativa, mas afirmou que confia nos trabalhos de Paulo Neto e Thaiza Hortegal. Segundo ele, Thaiza tratará da UPA de Chapadinha na tribuna da Assembleia.

O vereador Junior Carneiro pediu que a presidente se retratasse publicamente pelas críticas feitas aos parlamentares que faltaram à sessão solene de segunda-feira. Ela respondeu que não tinha do que se retratar.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DE NOVO: BELEZINHA TENTA COMPRAR CANDIDATO A VEREADOR E É DENUNCIADA À POLÍCIA

Dinheiro entregue à Polícia Festejada nas redes sociais pela ex-prefeita Belezinha e seus partidários, a adesão do candidato a vereador Lucídio se revelou mais um escândalo que abuso de poder econômico. Anúncio de adesão pela manhã Horas depois do anúncio, Lucídio registrou Boletim de Ocorrência acusando a coligação adversária de lhe ter entregado R$ 5 mil para ele se deixar fotografar ao lado da candidata e apoiá-la. Ao registrar o BO, o candidato apresentou aos policiais o valor que lhe foi entregue, e áudios das conversas entre ele e intermediários da ex-prefeita. Num deles o conhecimento da candidata sobre as negociações é confirmado. A versão foi confirmada por uma testemunha que presenciou a entrega do dinheiro. Após perícias as provas deverão ser encaminhadas para o Ministério Público Eleitoral e nova denúncia de abuso de poder econômico deve ser apresentada contra a candidata. Denúncia feita à tarde Belezinha responde no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ação semelhante p

PACIENTES E PROFISSIONAIS DA SAÚDE RELATAM COLAPSO NA UPA DE CHAPADINHA

Os últimos dias têm sido de exaustão para quem está trabalhando na linha de frente do combate à Covid em Chapadinha. Profissionais da UPA relatam que a unidade entrou em colapso, os leitos estão lotados, pacientes aguardando nos corredores e os funcionários se sentindo impotentes diante o quadro. “Imagina o que é você se doar, prestar um serviço, ver gente morrendo todo dia e as pessoas continuarem suas vidas aglomerando”, desabafou um deles em rede social. Com quadro reduzido de funcionários, os servidores buscam fazer o que é possível, mas as dificuldades estão aumentando num grau insuportável. Enquanto isso pipocam nas redes sociais fotos e vídeos de pacientes e acompanhantes denunciando os problemas que estão enfrentando, principalmente com falta de médicos para atender a demanda crescente. A escala publicada pela Prefeitura mostra o quanto tem sido exigido dos profissionais. Apenas um médico por dia, sendo ora Dr. Kingsley Ifly, que na mesma data atende no HAPA , ora o Dr. Felipe

EXPOSTA A MÁQUINA DE COMPRA DE APOIOS DE BELEZINHA

Quem dizia que já estava com a eleição decidida abriu a carteira para tentar vencer na força do dinheiro.  O Blog do Alexandre Pinheiro publicou uma séria de mensagens e áudios envolvendo personagens da campanha da ex-prefeita Belezinha que explicam as últimas declarações de apoio à candidata. Leia aqui a matéria. Só sorrisos Denunciada à Polícia por ter tentado comprar o apoio do candidato a vereador Lucídio Santos por R$ 5 mil, Belezinha tem alegado ter sido alvo de uma armação, mas os diálogos expostos agora comprovam que a iniciativa de negociar com ele partiu de um dos seus partidários presente na foto que anunciava a adesão de Lucídio. (Áudios no final deste texto) Nos áudios o candidato chega a descartar a possibilidade de acordo (vídeo 1), mas o articulador Aluízio Santos insiste em conversar pessoalmente e noutro momento Lucídio aparece agradecendo a Shicleiton Sousa (vídeo 2) pelos R$ 5 mil posteriormente entregues à Polícia. Sem imagens e com áudio de pouca qualidade,