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Sobre solidariedade e repúdio


Apresentei na sessão de ontem duas moções de solidariedade, que foram aprovadas pela unanimidade dos colegas. Uma dirigida ao Pe. Neves e outra dirigida a prefeita.

A Câmara prestou assim solidariedade ao pároco pelos ataques caluniosos que ele sofreu em represália pela sua atuação como cidadão livre chapadinhense.

Nossa solidariedade também foi dirigida à prefeita Dulcilene pela distorção que algumas pessoas têm feito com relação a uma fotografia e que a atinge na sua condição de mulher, de mãe de família e de autoridade pública.

Fui várias vezes vítima de ataques tão levianos quanto esses por parte dos partidários da prefeita e nunca ouvi de sua parte uma palavra de solidariedade ou de contrariedade às baixarias de seus militantes. Poderia, portanto, me calar diante da injustiça que ela agora sofre, mas faço questão de mostrar a diferença que temos entre nós.

Minha divergência com sua excelência não é pessoal, nem mesmo quando ela vira o rosto para não me cumprimentar em eventos públicos. Minhas divergências consigo são político-administrativas. 

A prefeita comanda um dos piores governos que se tem notícia na história da nossa cidade. Sem compromisso com o povo e marcado por escândalos que já deveriam tê-la tirado do cargo, mas nem isso me faria embarcar no vale-tudo no qual estão transformando a disputa política da nossa cidade.

Presto minha solidariedade à pessoa Ducilene toda vez que lhe atacarem no campo pessoal com a mesma firmeza com a qual declaro meu repúdio à prefeita Ducilene pela administração que vem acabando com a economia, a infra-estrutura e os serviços públicos 

Mateus 5:44

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