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A tal reforma eleitoral

Destaque para três pontos da reforma eleitoral que está sendo discutida no Senado Federal:

  • Uso e restrição da internet;
  • Doação ocultas;
  • Voto impresso.
Quanto a internet é uma notícia boa e outra péssima. Louve-se a liberação de saites, blogues e afins. O candidatos poderão utilizar livremente estas ferramentas, além de poderem ter publicidade pagas em grandes saites de notícias no caso dos candidatos à presidência da República. Doação também poderão ser realizadas via web, por boleto bancário, cartão de crédito ou débito.

Porém, nem tudo são flores no que tange à internet. Foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça artigo que tenta enquadrar a internet nas mesmas regras bestas que regem a cobertura jornalística da televisão e do rádio.

O projeto também regulamenta as doação que são feitas na conta do partido e não do candidato. Se isto não é caixa 2, é, no mínimo, um caixa 1,5 (e o escândalo do mensalão é legalizado).

Outro tema presente no projeto, mas que vem sendo pouco falado é a impressão do voto para posterior conferência no caso de suspeita de fraude. Os senadores decidiram acabar com essa possibilidade. É uma pena, pois se o voto manual não era confiável, o voto eletrônico também não é infalível.

Comentários

Nosso sistema de votação é um dos mais fáceis de ser fraudado do planeta. O simples fato de ser impossível uma conferência e uma recontagem "física" já mostra que basta apenas subornar um elemento, o programador responsável ou um pequeno grupo para eleger quem quiser.

E dá-lhe candidatos com "zero votos" que não receberam votos nem deles mesmos. Só mesmo o TSE e os iludidos de plantão para acreditar nisso.

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